" A diferença entre homens e mulheres, no que respeita à traição, é um mito generalizado. Não corresponde em nada à verdade. Nem agora nem no passado. Um mito que apenas serviu para que as mulheres tenham de esconder com mais cuidado o que fazem e os homens tenham de se gabar mesmo do que não fazem. "
O amor é uma carta fechada - Joaquim Maria Quintino Aires
Facto: Eu não tenho pila.
Facto: Tu tens.
Facto: Eu gabo-me.
Facto: Tu escondes-te.
Seremos a excepção que confirma a regra?
Saturday, July 25, 2009
Thursday, June 25, 2009
Vício de mim
Apetece-me arrancar a aorta das tuas emoções e com aquele último esguicho arterial escrever "beija-me" em tons de raiva nas paredes do teu quarto.
Apetece-me inspirar a tua vida directamente da válvula semilunar, já exausta, do teu coração corrompido. Engasgar-me com o teu sangue. Morrer contigo.
O teu silêncio faz-me mal. A tua calma enfurece-me, a tua serenidade desperta este meu incontrolável instinto assassino. Quero que desesperes, que berres, que a tua vida aparentemente perfeita se torne caótica ao ponto de te enredares em todos os vícios: álcool, jogo, tabaco, droga, eu. Sim, eu; eu que sou absinto, Ás de copas, charuto cubano e a tua mais estimada droga alucinogénia num só corpo, consumível num só acto.
Fode-me. Fode-me porque a tua vida é fodida e porque ao foder-me ainda a estás a foder mais. E claro, a seguir...fode-me outra vez.
(E que recomece o ciclo...)
O teu mal faz-me bem, o desalinhamento do teu cabelo, as tuas olheiras profundas, o teu hálito alcoolizado, e até o teu choro bêbado, me comovem e me fazem querer abraçar-te para nunca mais te largar. Mantém-te assim, triste e perdido para mim, mantém-te meu e entrelaçado nas minhas pernas. Não queiras que mais ninguém se magooe.
Apetece-me inspirar a tua vida directamente da válvula semilunar, já exausta, do teu coração corrompido. Engasgar-me com o teu sangue. Morrer contigo.
O teu silêncio faz-me mal. A tua calma enfurece-me, a tua serenidade desperta este meu incontrolável instinto assassino. Quero que desesperes, que berres, que a tua vida aparentemente perfeita se torne caótica ao ponto de te enredares em todos os vícios: álcool, jogo, tabaco, droga, eu. Sim, eu; eu que sou absinto, Ás de copas, charuto cubano e a tua mais estimada droga alucinogénia num só corpo, consumível num só acto.
Fode-me. Fode-me porque a tua vida é fodida e porque ao foder-me ainda a estás a foder mais. E claro, a seguir...fode-me outra vez.
(E que recomece o ciclo...)
O teu mal faz-me bem, o desalinhamento do teu cabelo, as tuas olheiras profundas, o teu hálito alcoolizado, e até o teu choro bêbado, me comovem e me fazem querer abraçar-te para nunca mais te largar. Mantém-te assim, triste e perdido para mim, mantém-te meu e entrelaçado nas minhas pernas. Não queiras que mais ninguém se magooe.
Monday, June 01, 2009
Situações
São momentos, mais ou menos coerentes, mais ou menos decentes, que acabam por influenciar a nossa vida, não sabemos é como e durante quanto tempo. Sabemos apenas que descortinam hipóteses e nos permitem visualizar ténues horizontes e esperanças que nunca pensamos que existissem.
São episódios que surgem contra todas as expectativas e provocam uma volta de 180º no rumo da nossa pequena existência.
São coisas que acontecem.
Que nos fazem ver o futuro de maneira diferente e que até nos podem fazer sorrir... ou chorar.
Enfim...
São situações.
São episódios que surgem contra todas as expectativas e provocam uma volta de 180º no rumo da nossa pequena existência.
São coisas que acontecem.
Que nos fazem ver o futuro de maneira diferente e que até nos podem fazer sorrir... ou chorar.
Enfim...
São situações.
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